“Achei muito bom. A cineasta lidou com o tema de uma forma muito sensível. O filme mostrou que na vida nem tudo são flores”, disse José Luiz Rocha Oliveira, engenheiro, que, junto com o filho Lucas, de 10 anos, assistiu “Jonas e o circo sem lona”, exibido neste sábado (1), na Sessão Jovem Longa Nacional.
O primeiro longa de Paula Gomes é um documentário, que conta a história do garoto de 13 anos que monta seu próprio circo no quintal de casa. Contrariando a mãe que abandonou o circo, justamente para que o filho estudasse, Jonas deseja um mundo que não cabe nas paredes da escola formal. É um filme que aborda não somente o fim da infância, mas também provoca reflexões sobre a capacidade de sonhar depois dela.
“O filme também me fez pensar em como, quando somos mais novos, não escolhemos o que queremos fazer. São os pais que fazem isso”, complementou José Luiz.
Ouvindo o depoimento do pai atentamente, estava Lucas, que assistiu pela primeira vez um documentário longa-metragem. “Foi legal. Gostei que o filme contou a vida do Jonas, mostrou o dia dia dele”, relatou.
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